Foram iniciadas neste dia 11 de março as atividades do programa Mais Educação da EEB Santa Helena.
Na oportunidade, cerca de 100 alunos participaram de atividades diferenciadas desenvolvidas em período integral.
Os estudantes participaram assim, das atividades que foram previamente escolhidas pela escola, sendo estas o tênis de mesa, a oficina de desenho, o acompanhamento pedagógico e uma sala temática de línguas estrangeiras. Através destas oferta-se a possibilidade de complementação e aprofundamento dos conhecimentos nas áreas referidas.
quinta-feira, 12 de março de 2015
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
PLAC II -
ATIVIDADE 1
ESCOLA
DE EDUCAÇÃO BÁSICA SANTA HELENA – SC
POLO
DE SÃO MIGUEL DO OESTE
NOME:
SADI COLETTO, MARCIANA G. GUERRA e SOELI M. PANCOTTE
PROFESSORA: Nilza Godoy Gomes
Plac 2: Término da atividade.
Atividade 1: Primeiro momento – Ampliando
nossos repertórios sobre experiências de aprendizagens em rede.
Primeira experiência- Dança nas
aulas de Educação Física.
Escolhemos a
atividade de Educação física, porque, em nossa escola, trata-se de uma inovação
o trabalho com dança e tecnologias digitas nessa disciplina. A inovação está no
fato de proporcionar o uso do celular como ferramenta durante as aulas,
contribuindo para desenvolver e enriquecer a atividade proposta, mostrando
novas possibilidades. Além de contemplar vários outros conceitos curriculares,
que anteriormente não eram trabalhados, essa atividade mobilizou os alunos para
a pesquisa e a produção de novos conhecimentos.
As aulas de
Educação física ocorreram nos diversos espaços da E.E.B. Santa Helena: ginásio,
área coberta, salas de aula, laboratório de informática e em diferentes
momentos. Inicialmente a professora apresentou a proposta de trabalho com a dança,
os conceitos, as vantagens e habilidades a serem desenvolvidas aos alunos de
todas as turmas, desde o sexto ano do ensino fundamental até a terceira série do
ensino médio. Iniciaram com a organização dos grupos por afinidades e cada um
na sua turma. O trabalho todo foi realizado nas aulas de Educação Física, tendo
sido estipulados os prazos a serem cumpridos: As três primeiras aulas seriam
para pesquisa e escolha da música e passos de danças. Para o desempenho da
tarefa, os alunos usaram o laboratório de informática e também seus celulares.
As próximas cinco aulas seriam para montagem da coreografia com os passos e a
música escolhida. As outras quatro aulas seriam para ensaio e posterior
apresentação para sua turma, sendo esta gravada com uma filmadora e avaliada
pela professora. Na aula seguinte às apresentações, a professora apresentou a
gravação para os alunos usando o notebook e o data show, e juntos fizeram a
avaliação final. Na ocasião, cada grupo também realizou uma autoavaliação do
trabalho desenvolvido, destacando o que aprenderam e o que poderia ser
melhorado.
Segunda experiência: Trabalho com o
Gênero Teatro a partir de textos lidos e pesquisados.
·
Reconhecer as características básicas do texto
teatral;
·
Ler e interpretar textos teatrais;
·
Apresentar um texto teatral;
·
Conhecer as funções dos vários profissionais
envolvidos na encenação de um texto teatral;
·
Produzir resenha crítica de uma peça de teatro;
entre outros relacionados a gramática.
Todo trabalho
foi realizado durante as aulas e nos diversos espaços da Escola: sala de aula,
área coberta com o celular e laboratório de informática. Inicialmente a
professora trabalhou a parte teórica, após os alunos se organizaram em grupos
por afinidade, pesquisaram e escolheram os diferentes textos e montaram as
peças teatrais. A seguir por várias aulas ensaiaram e prepararam a apresentação
para as demais turmas da escola.
Os resultados
deste trabalho foram excelentes peças teatrais que foram apreciadas por todos
na escola.
vídeo teatro
Vídeo teatro II
vídeo teatro
Vídeo teatro II
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
CONSTRUINDO O RETRATO DA ESCOLA
Escola de Educação Básica Santa Helena
Professora:
Cristina Martinez Hipólito
Tutor:
Marcos Fiorentin
Cursistas:
Soeli M. Pancotte, Marciana G. Guerra, Sadi Coletto
A Escola de Educação Básica Santa Helena é a única
escola do município que atende alunos das séries finais do Ensino Fundamental
(6º ao 9º ano) e Ensino Médio. Dentre as turmas citadas, contamos com
aproximadamente 220 alunos, distribuídos nos três turnos, matutino, vespertino
e noturno. Para estes, o uso das TDICs é disponibilizado de acordo com o
planejamento e a solicitação dos professores, sendo que, na maioria, o recurso
mais utilizado é o laboratório de informática, embora com grandes limitações,
pela insuficiência de equipamentos, pela falta de manutenção e atualização dos
mesmos.
De
acordo com o observado na pesquisa realizada com os colegas professores, as TDICs
são utilizadas como recurso pedagógico, como ferramenta para o desenvolvimento
do processo ensino – aprendizagem. Podemos citar alguns casos como: Nas aulas
de ensino religioso, observamos que os alunos estavam usando o laboratório de
informática para buscar algumas letras de músicas sobre valores humanos, que
seriam usadas para produção de paródias e discussão do tema “valores humanos”.
Nas aulas de educação física, os alunos estavam trabalhando dança, utilizaram
seus celulares para pesquisar, montar e ensaiar uma coreografia, previamente
organizados em grupos. O uso do celular como ferramenta durante as aulas
contribuiu para desenvolver e enriquecer a atividade proposta, mostrando novas
possibilidades. Nas aulas de biologia, o professor está usando a ferramenta
power point com alunos para montar
apresentações sobre os conteúdos estudados. Cada grupo trabalha com uma parte
do conteúdo e elabora uma apresentação para ser analisada e discutida na turma.
Sendo assim, a utilização dos notbooks durante as aulas serve para
potencializar a busca de informações necessárias para ampliar e aprofundar o
conhecimento. Outras disciplinas usam notbook e o data show para vídeos curtos
ou observação de imagens para complementarem suas aulas. Contudo, constatamos
que, na maioria das vezes, o uso das diferentes tecnologias acontece em caráter
informativo, ou seja, para buscar informações sobre algo ou para divulgar tais informações.
E nesta perspectiva, entendemos que as limitações existentes quanto às
estruturas tecnológicas, ao espaço físico, à formação e aos investimentos disponibilizados contribuem para que a dimensão
investigativa não se efetive em nossa escola. Ao menos não nessas condições.
Atualmente,
o uso desses recursos tecnológicos, compreende a realização de pesquisas, a
produção de trabalhos escritos e audiovisuais, a apresentação ou divulgação de
resultados imediatos, como no blog da escola, no face book ou em momentos
culturais, existem momentos de descontração em que os alunos usam para jogos e
desafios.
Todos os envolvidos na pesquisa têm
clareza da importância das mais variadas tecnologias, uma vez que elas
representam a busca de uma maior qualidade de vida. Também manifestam o
entendimento de que, através da investigação, novas e eficientes possibilidades
de produção humana podem ser descobertas. O que resultaria então em melhores
práticas sociais. Porém, nesse processo de produção, é preciso desenvolver uma
formação voltada para a pesquisa, o que não se manifesta na maioria dos alunos.
É necessário primeiro ressignificar a utilização das TDICs junto à comunidade
escolar, pois é muito mais importante e produtivo buscar alternativas possíveis
e viáveis, que simplesmente constatar as limitações.
Entre
as limitações destacadas referentes ao uso eficiente das TDICs, foi enfatizada
a necessidade de formação docente para uma melhor exploração de todos os
recursos que podem ser disponibilizados e aproveitados pela escola. Além
disso, constatou-se a insuficiência no tempo disponível para um planejamento
coletivo, no qual ações pensadas em conjunto possam ser aplicadas na
transformação das realidades.
Sendo
assim, torna-se necessária uma reestruturação física e tecnológica, além de
repensar o currículo e o próprio sistema educacional, quando, nesses moldes,
não permite um trabalho planejado coletivamente, tanto nas propostas quanto nas
ações.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
MEMÓRIAS
Um dos objetivos da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro é buscar uma democratização dos usos da Língua Portuguesa, perseguindo reduzir o “Iletrismo” e o fracasso escolar.
Ler e escrever são duas aprendizagens essenciais de todo o sistema de instrução pública. Um cidadão que não tenha essas duas habilidades está condenado ao fracasso escolar e à exclusão social.
A Olimpíada de Língua Portuguesa tem como propósito fazer com que os jovens conheçam a história do lugar onde vivem por meio do olhar de antigos moradores, valorizando as experiências dos mais velhos, descobrindo-as como parte de sua identidade.
Com o objetivo de compreender a memória de nossa comunidade e perceber como objetos e imagens podem trazer lembranças de um tempo passado, foi organizada uma pequena exposição com objetos antigos trazidos pelos alunos dos Sétimos e Oitavos Anos.
É um recurso importante para que os alunos possam ampliar seu repertório em relação a costumes, hábitos, paisagens, formas de agir e de se vestircaracterísticas de outros momentos da história do lugar onde vivem, promovendo a aproximação com o passado.
Dessa maneira os alunos terão mais subsídios para escreverem seus textos de memórias, pois além da exposição, os alunos terão a oportunidade de estarem entrevistando pessoas idosas e, a partir das informações obtidas, produzirem seus textos conjugando presente e passado.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
O PRAZER DA LEITURA
Os
livros continuam sendo um dos melhores meios para a propagação de ideias e
informações ao público em geral. Para isso nada melhor do que trabalhar com os
alunos a importância da leitura, pois ela é uma das maneiras mais eficientes
para desenvolver a imaginação e a criatividade. Lendo é possível ampliar a
visão de mundo, adquirir cultura e desenvolver habilidades importantes no
âmbito escolar, entre elas, escrita e interpretação.
E
como dia 18 de abril é dia nacional do livro infantil, criado em homenagem a
Monteiro Lobato, foi pensado num trabalho de divulgação da importância da
leitura junto aos alunos do Sexto Ano. Esse trabalho culmina com a exposição de
livros de literatura infantil, uma vez por semana na hora do intervalo, e
divulgação de mensagens sobre leitura pelos alunos da Primeira Série do Ensino
Médio, na semana do dia 18.
O
objetivo do trabalho é possibilitar que os alunos interajam com o livros de
maneira prazerosa, reconhecendo-os também como fonte de entretenimento.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Paz na escola
Como é sabido, uma das metas do sistema educativo é o desenvolvimento integral das crianças e dos jovens, devendo os educadores favorecer estratégias e atividades que permitam o surgir de sentimentos de solidariedade.
Desta forma, alunos, professores e direção da E.E.B. Santa Helena realizaram um dia diferente, para fomentar nos alunos, professores e comunidade em geral, uma cultura de paz.
Desta forma, alunos, professores e direção da E.E.B. Santa Helena realizaram um dia diferente, para fomentar nos alunos, professores e comunidade em geral, uma cultura de paz.
Aluna Daniele Guerra é classificada na fase estadual da Olimpíada de Língua Portuguesa om o artigo de opinião: Santa Helena não faz milagres.
A escola parabeniza a aluna Daniele e também a professora orientadora Carmem Lazarotto.
"Santa Helena" não faz milagres
Comenta-se muito em desenvolvimento social, ou seja, quando a população de um país tem um bom nível de qualidade de vida. Entretanto, quando observo o que se apresenta na cidade de Santa Helena, situada no extremo oeste catarinense, com aproximadamente 2.382 habitantes, conhecida também como a "Cidade das flores", isso porque apresenta em suas ruas um vasto colorido ofertado pelas flores para os olhos das pessoas, deparo-me com uma questão que vem preocupando e de certa forma prejudicando parte dos moradores no município: o desemprego.
Santa Helena foi colonizada por gaúchos descendentes de imigrantes italianos e alemães, foi emancipada em 09 de janeiro de 1992, cuja atividade na época era a extração de madeira, o que resultou em serrarias e fábricas de pequenos móveis. Com o decorrer dos anos, com o aumento no setor industrial e comercial, novas fábricas, comércios e mercados foram sendo construídos, o que gerou novas chances de emprego para as pessoas.
Com o passar do tempo, o setor agrícola se destacou em Santa Helena e isso fez com que aumentasse o número de vagas de emprego, o que é uma situação muito boa para os trabalhadores. Desse modo, esse destaque na agricultura é um bom auxiliar, pois parte de todos os produtos que são cultivados servem como abastecimento tanto no campo como na cidade.
Mas penso que o desemprego, de certa forma, pode ser atribuído à falta de oportunidade e oferta, é o que vem ocorrendo em muitas cidades, estados e em todo o Brasil. Sem dúvida, uma das grandes preocupações na vida das pessoas no mundo inteiro é conseguir e manter um trabalho, um emprego, com o qual elas consigam se sustentar. Vejo que aqui em Santa Helena não é diferente, também convivemos com esse problema, o qual provoca a preocupação, a angústia e até o sofrimento na vida dos munícipes.
Ao que tudo indica, esse problema do desemprego aqui em Santa Helena pode ser atribuído a muitos fatores. Acho que primeiramente pode atribuir-se à falta de uma boa formação educacional e qualificação profissional, o que atrapalha a vida dos desempregados. Muitas vezes, há emprego para a vaga que o trabalhador está procurando, porém o mesmo não possui formação adequada para exercer aquela função. Em segundo lugar, a falta de novas empresas no município faz com que falte emprego para os cidadãos.
Outro quesito é que hoje em dia existem muitas pessoas, jovens ou adultos, que são muito acomodadas, sem vontade para nada, nem para estudar muito menos para trabalhar, querem tudo do seu jeito e não vão atrás de buscar novas alternativas na vida. Segundo dados da estatística do cadastro geral de empresas do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), são 97 unidades locais de empresas, como fábricas, comércios e propriedades rurais, com 389 pessoas trabalhando nessas unidades destacadas.
De acordo com dados de pesquisa realizada na indústria, a capacitação pode ajudar a resolver a questão do desemprego no município, mas a mudança cultural dos jovens é primordial. Segundo estudantes do Ensino Médio entrevistados, eles pretendem exercer a profissão "aqui em Santa Helena", pois assim poderão "trabalhar sem sair do município", além de poder "estarem sempre juntos à família".
Após uma análise sobre o problema do desemprego, concluo que todos os munícipes devem empenhar-se para ter uma boa formação, devem conscientizar-se, frequentando cursos e palestras, buscando novas alternativas, não esperando pela boa vontade dos outros, os moradores devem ter em mente a vontade de trabalhar e serem capacitados para tal função. Na minha opinião, adquirir novas tecnologias, aumentar a produtividade e construir novos pavilhões para atrair novas empresas são boas maneiras de se resolver essa questão, levando em conta a realidade local.
Santa Helena terá um futuro melhor e muito mais brilhante se atingirmos o desenvolvimento social ideal. Todos os moradores devem ter o direito de ter um emprego, e serem felizes, gerando progresso para a pequena cidade, trazendo de volta para a vida das pessoas a alegria de viver, e de poder apreciar o vasto colorido que as flores proporcionam, parte da belíssima paisagem catarinense e do Brasil.
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